quarta-feira , 15 de agosto de 2018
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Foto: Divulgação
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Após ser solto por Gilmar Mendes, Paulo Preto não deve fazer delação premiada

Libertado da prisão por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, o engenheiro Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, apontado como operador do PSDB, decidiu que não fará delação premiada. Pelo menos, por enquanto.

De acordo integrantes da imprensa, ele vinha pensando em selar o acordo por receio do ritmo acelerado das investigações contra ele. No entanto, após ser solto, comunicou em reunião com a família e advogados que decidiu não delatar e afirmou que vai enfrentar as acusações contra ele.

Paulo Preto foi preso em abril, por suspeita de desviar R$ 7,7 milhões que seriam aplicados no realojamento de pessoas deslocadas para a construção do trecho sul do Rodoanel, em SP. As irregularidades teriam ocorrido durante as gestões dos governadores José Serra e Geraldo Alckmin. O ex-diretor da Dersa também é investigado por manter o equivalente a R$ 121 milhões em contas secretas na Suíça.

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