quarta-feira , 15 de agosto de 2018
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Foto divulgação: Google
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Governo admite não votar reforma na próxima semana e abre os cofres

Sem votos suficientes, o governo Michel Temer já reconhece que a votação da reforma previdenciária não deve ficar para a próxima semana, como era esperado pelo Palácio do Planalto. A possibilidade da votação ficar para a semana do recesso foi admitida pelo vice-líder do governo Beto Mansur (PRB-SP). “Nós temos ainda quinze dias corridos para votar a reforma previdenciária, de 07 a 21 de dezembro. No período, vamos trabalhar para buscar votos”, disse. Nesta quinta-feira (7), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que se deve trabalhar com “todas as datas possíveis”. Em troca de apoio para tentar aprovar a reforma da Previdência nas próximas semanas, o Palácio do Planalto estuda devolver cargos aos deputados que foram punidos por votar contra o governo nos últimos meses. O governo quer renegociar os postos e oferecer esses espaços de volta aos deputados que se comprometerem a votar a favor da reforma da Previdência. Em jantar no Palácio da Alvorada na quarta-feira (6), Maia sugeriu que o governo reavaliasse as demissões feitas nos últimos meses para captar os votos necessários a fim de aprovar o texto. Temer vai intensificar também a abertura dos cofres do governo, liberar emendas parlamentares e aumentar a destinação de recursos para os Estados

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