domingo , 18 de novembro de 2018
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MPF entra com ação contra o Partido Progressista por improbidade administrativa

O ministério Público Federal (MPF) ajuizou, nesta quinta-feira (30), uma ação de civil pública por improbidade administrativa contra o Partido Progressista (PP) por desvios ocorridos na Petrobras – a primeira contra um partido na operação Lava Jato. Além do PP, são citados na ação o ex-assessor parlamentar João Claudio Genu e 10 políticos – quatro ex-deputados e seis parlamentares com mandato. Segundo o MPF, os políticos recebiam entre R$ 30 mil e R$ 300 mil de mesada. Na ação, o MPF Aponta que houve improbidade administrativa na relação do PP com a Petrobras. Cita 10 políticos, seis exercendo mandatos atualmente. MPF pede o ressarcimento de R$ 2.303.182.588,00. Deste total, R$ 460.636.517,60 são equivalentes à propina paga ao PP, R$ 1.381.909.552,80 de multa e R$ 460.636.517,60 por danos morais coletivos. O Partido Progressista (PP) negou a acusação. Por meio de nota, afirmou que as doações recebidas foram legais e devidamente declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral. “Reafirma, ainda, que não compactua com condutas ilícitas e confia na Justiça para que os fatos sejam esclarecidos”

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